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| No interior do "templo dos homens", em Chiang Mai |
Textos em português, inglês e espanhol
No final dos textos, confira as fotos da viagem
Clique nas fotos para ampliá-las
Depois
de uma passagem pelo Vietnã e pelo Camboja, iniciamos a terceira fase de nossa
viagem pelo Sudeste Asiático, agora visitando a Tailândia. Chegamos ao
país no dia 12 de abril de 2026.
Aportamos
em Chiang Mai, uma importante cidade do norte do país, situada a 800 km
da capital, Bangkok. Trata-se da segunda maior aglomeração urbana da Tailândia,
com cerca de 1,2 milhão de habitantes. Fundada em 1294, a “Rosa do Norte”
conserva vários templos em sua área central, inclusive o Chedi Luang, do século
XIV.
Quando
chegamos à cidade, o país celebrava o Ano-Novo tailandês (Songkran),
cuja festividade foi realizada entre os dias 13 e 15 de abril. A Tailândia
entrou no ano de 2569, de acordo com o calendário chinês. A população
comemorava com festas, procissões e cerimônias.
A
manifestação mais inusitada era a guerra de água travada nas ruas, com
pessoas de todas as idades portando armas de plástico que jorravam água. Quem
passasse pela mira recebia um banho dos pés à cabeça. Lembra um pouco o
Carnaval, mas com o espírito de crianças sapecas aprontando com seus amigos.
Até
mesmo nós, os visitantes, éramos alvo das brincadeiras. E salve-se quem puder.
Só fiquei um pouco alarmado quando notei que alguns retiravam água do rio local
para abastecer suas metralhadoras aquáticas. Pelo menos as águas dali não eram
tão poluídas quanto as do pobre Arrudas, em Belo Horizonte, onde vivo.
Aos
domingos à noite, realiza-se uma feira na área central da cidade, nos
arredores dos principais templos. Ela reúne roupas, artesanato, comidas típicas
e diversos tipos de mercadorias. Os preços são muito convidativos. Muitos
turistas passam por ali, além da população local.
Como
acontecia o Songkran, as ruas estavam mais enfeitadas do que o habitual, com
muita cor, luz e bandeirinhas. Os templos são deslumbrantes e, com a
iluminação noturna, ficavam ainda mais atraentes. Um verdadeiro festival para
todos os sentidos.
Santuário
dos Elefantes
De
Chiang Mai fomos para um santuário de elefantes. Aliás, um entre vários
existentes nas cercanias da cidade. No nosso caso, visitamos o Elephant
Jungle Sanctuary, localizado em uma região de florestas e montanhas, a
aproximadamente uma hora e meia de carro da cidade. Lá vivem elefantes
tailandeses, que são menores do que os africanos.
Durante
a visita, os participantes são convidados a alimentar os animais, brincar
com eles, assistir ao banho de lama e até participar dele, além de observar seu
comportamento. Em determinado momento, utilizamos as tradicionais
vestimentas Karen, confeccionadas com técnicas de tecelagem típicas da região.
Guias acompanham o percurso, facilitam os deslocamentos e garantem a segurança
dos visitantes.
Encerramos
aqui esta postagem. Na próxima, visitaremos Chiang Rai e conheceremos alguns
dos templos mais belos do país.
English Version
After
traveling through Vietnam and Cambodia, we began the third stage of our journey
through Southeast Asia, this time visiting Thailand. We arrived in the
country on April 12, 2026.
We
landed in Chiang Mai, an important city in northern Thailand, located
about 800 kilometers from the capital, Bangkok. It is the country's
second-largest urban area, with approximately 1.2 million inhabitants. Founded
in 1296, the “Rose of the North” preserves several temples in its historic
center, including the 14th-century Chedi Luang.
When
we arrived in the city, the country was celebrating the Thai New Year
(Songkran), a festival held from April 13 to 15. Thailand had entered the year
2569 according to the Buddhist calendar. The population celebrated with
festivals, processions, and religious ceremonies.
The
most unusual tradition was the water battles that took place in the
streets, with people of all ages carrying plastic water guns. Anyone who
crossed their line of sight would receive a soaking from head to toe. It is
somewhat reminiscent of Carnival, but with the playful spirit of mischievous
children having fun with their friends.
Even
we, the visitors, became targets of the festivities. Every person for
themselves! I became slightly concerned when I noticed that some participants
were drawing water directly from the local river to refill their water guns. At
least the river there was not as polluted as the poor Arrudas River in Belo
Horizonte, where I live.
On
Sunday evenings, a market takes place in the city center, around the
main temples. It brings together clothing, handicrafts, local foods, and a wide
variety of goods. Prices are very attractive. In addition to local residents,
many tourists also visit the market.
Because
Songkran was taking place, the streets were more decorated than usual, filled
with colors, lights, and festive flags. The temples are breathtaking and
become even more attractive when illuminated at night. A true feast for all the
senses.
Elephant
Sanctuary
From
Chiang Mai, we traveled to an elephant sanctuary. In fact, just one among
several located in the surrounding area. In our case, we visited the Elephant
Jungle Sanctuary, situated in a mountainous and forested region about an
hour and a half from the city by car. It is home to Thai elephants, which are
smaller than their African counterparts.
During
the visit, participants are invited to feed the animals, interact with them,
watch their mud bath, and even take part in it, while observing their behavior.
At one point, we wore traditional Karen clothing, made using weaving techniques
typical of the region. Guides accompany visitors throughout the experience,
facilitating movement and ensuring everyone's safety.
This
concludes our post. In the next one, we will visit Chiang Rai and discover some
of the most beautiful temples in the country.
Versión en Español
Después
de nuestro paso por Vietnam y Camboya, iniciamos la tercera etapa de nuestro
viaje por el Sudeste Asiático, esta vez visitando Tailandia. Llegamos al
país el 12 de abril de 2026.
Arribamos
a Chiang Mai, una importante ciudad del norte de Tailandia, ubicada a
unos 800 kilómetros de la capital, Bangkok. Se trata de la segunda mayor
aglomeración urbana del país, con aproximadamente 1,2 millones de habitantes.
Fundada en 1296, la “Rosa del Norte” conserva varios templos en su centro
histórico, entre ellos el Chedi Luang, del siglo XIV.
Cuando
llegamos a la ciudad, el país celebraba el Año Nuevo tailandés
(Songkran), una festividad que se lleva a cabo del 13 al 15 de abril. Tailandia
había entrado en el año 2569 según el calendario budista. La población
festejaba con celebraciones, procesiones y ceremonias religiosas.
La
tradición más llamativa era la guerra de agua que se desarrollaba en las
calles, con personas de todas las edades portando pistolas de plástico que
lanzaban agua. Quien pasara por delante terminaba empapado de pies a cabeza.
Recuerda un poco al Carnaval, pero con el espíritu travieso de niños que se
divierten haciendo bromas a sus amigos.
Incluso
nosotros, los visitantes, nos convertimos en blancos de las bromas. ¡Sálvese
quien pueda! Me preocupó un poco ver que algunas personas sacaban agua
directamente del río local para recargar sus pistolas de agua. Al menos las
aguas de ese río no estaban tan contaminadas como las del pobre río Arrudas, en
Belo Horizonte, donde vivo.
Los
domingos por la noche se realiza un mercado en la zona céntrica de la
ciudad, alrededor de los principales templos. Allí se reúnen vendedores de
ropa, artesanías, comidas típicas y una gran variedad de productos. Los
precios son muy atractivos. Además de la población local, muchos turistas
visitan el lugar.
Como
se celebraba el Songkran, las calles estaban más adornadas de lo habitual,
llenas de colores, luces y banderines. Los templos son deslumbrantes y,
con la iluminación nocturna, resultan aún más atractivos. Un verdadero festival
para todos los sentidos.
Santuario
de Elefantes
Desde
Chiang Mai nos dirigimos a un santuario de elefantes. En realidad, a uno de los
varios que existen en los alrededores de la ciudad. En nuestro caso, visitamos
el Elephant Jungle Sanctuary, ubicado en una región de bosques y
montañas a aproximadamente una hora y media en automóvil. Allí viven elefantes
tailandeses, que son más pequeños que los africanos.
Durante
la visita, los participantes son invitados a alimentar a los animales,
interactuar con ellos, observar su baño de barro e incluso participar en él,
además de conocer mejor su comportamiento. En determinado momento
utilizamos las vestimentas tradicionales Karen, confeccionadas mediante
técnicas de tejido características de la región. Los guías acompañan todo el
recorrido, facilitan los desplazamientos y garantizan la seguridad de los
visitantes.
Con
esto concluimos esta publicación. En la próxima visitaremos Chiang Rai y
conoceremos algunos de los templos más hermosos del país.
Fotos
Chiang Mai
| Cerimônia do Songkran |
| Templo na área central da cidade |
| Interior do templo |
| Enfeites da festa |
| Wagner e um dos templos da Cidade Antiga |
| Chedi Luang, o mais antigo templo de Chiang Mai |
| Interior do "templo dos homens": capela sistina budista |
| Templo dos Homens |
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| Enfeito do Songkran |
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| No interior de um dos templos |
Songkran
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| Jovens brincam de jogar água uns nos outros |
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| Ritual evoca a limpeza para lavar o ano velho que se vai |
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| Festa do Songkran em frente a shopping local (foto de Thelmo Lins) |
Santuário dos Elefantes
| Típico elefante tailandêns |
| Wagner alimenta elefante com traje karen |
| Santuário fica nas montanhas do norte da Tailândia |








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