Mostrando postagens com marcador #colombia #bogotá #viagem #turismo #candelaria #cerromonserrate. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador #colombia #bogotá #viagem #turismo #candelaria #cerromonserrate. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 5 de novembro de 2025

Viagem à Colômbia - Parte II - Bogotá: primeiras impressões e encontros inesquecíveis

 

No bairro Candelária, em Bogotá, com Regina, Blanca
Wagner e Simone (foto de Jenny)

Confira as fotos no final do texto.
Clique nas fotos para ampliá-las


Nesta postagem, darei continuidade à viagem que estou realizando pela Colômbia, país latino-americano famoso por suas paisagens e belezas naturais.
Viajo acompanhado por Regina Paulino, Simone Monteiro e Wagner Cosse.


Chegada à capital colombiana

Depois da primeira postagem — em que contei sobre a preparação para a viagem e a parada na Cidade do Panamá —, chegamos enfim a Bogotá, a vibrante capital do país.

No tumultuado aeroporto, descobrimos que o Uber não é oficialmente liberado, embora amplamente usado pela população. As opções legalizadas são o táxi e o ônibus. Até entender isso, tivemos certa dificuldade para conseguir transporte.

Foi então que conhecemos Blanca, uma simpática senhora colombiana que aguardava o marido. Ela nos explicou a situação e, com enorme gentileza, convenceu o marido a nos levar até o hotel com toda a nossa bagagem.
Reforço: não nos conhecíamos até aquele instante!

Regina, por causa da questão do passaporte (leia a postagem anterior), viajou separadamente. Quando chegamos, ela já estava nos esperando no hotel.


Um jantar inesperado

O gentilíssimo casal Blanca e José não apenas nos levou até o hotel, como também nos convidou para jantar em um restaurante próximo.

Fizemos o check-in, deixamos as malas nos quartos, chamamos Regina e seguimos para o restaurante sugerido.

Não entrarei em detalhes sobre a conversa, mas essa experiência foi um prenúncio do que viveríamos ali com os colombianos: pessoas amáveis, solícitas e sempre dispostas a ajudar.
Se são assim sempre, não sabemos. Mas conosco foi exatamente assim durante toda a viagem.

E para completar, o casal é ligado às artes — ele, dramaturgo e diretor teatral; a filha, diretora de um centro cultural em Medellín. Conversa fluida, cultural e cheia de sintonia.


Hospedagem com alma artística

Ficamos hospedados no Hotel Museo San Moritz, na parte central de Bogotá.
O nome vem do fato de o proprietário ser um colecionador de arte, que espalhou obras por todos os cômodos — confortáveis, por sinal.
Entre os artistas expostos, havia até obras de Botero, de quem falaremos mais adiante.

O café da manhã era servido em uma cafeteria charmosa, datada da década de 1930, com forte atmosfera histórica e cultural. Um charme extra que apreciamos bastante!


O café da manhã colombiano

O café da manhã na Colômbia é bem diferente do brasileiro.
No Brasil, até os hotéis mais simples oferecem bufês com frutas, pães, bolos, sucos, iogurtes e café.
Na Colômbia, ele vem pronto: ovos revueltos (mexidos) ou tostadas? Sanduíche ou croissant? Café tinto (preto), com leite ou chocolate?

As frutas vêm em porções pequenas, e os sucos raramente são incluídos — quem quiser, paga à parte.
No começo, foi estranho, mas com o tempo nos acostumamos ao estilo local.


O clima e o guarda-chuva das cores da Colômbia

Outubro costuma ser um mês chuvoso na Colômbia.
Fomos preparados para isso, mas na prática, quase não choveu.
Apenas algumas pancadas esporádicas interromperam o céu azul.

Comprei até um belo guarda-chuva com as cores da Colômbia, que infelizmente tive de deixar por lá por conta do transporte aéreo.


Cerro de Monserrate: a beleza e o caos

No primeiro dia, amanhecemos com o tempo firme.
Como teríamos apenas três dias na capital, resolvemos visitar o Cerro de Monserrate, o principal mirante da cidade, localizado a 3.152 m de altitude.

Infelizmente, erramos em tudo.
Era domingo, dia de grande visitação, e coincidiu com um feriado escolar prolongado.
As filas estavam imensas — foram mais de quatro horas de espera ao todo.
Lá em cima, os restaurantes estavam lotados, e o cansaço foi inevitável.

Ainda assim, a vista de Bogotá é deslumbrante, e vale a visita.
Só recomendo: fuja do domingo e dos feriados. Vá durante a semana.

Apesar dos perrengues, o passeio rendeu boas risadas e memórias divertidas.


Centro histórico e arquitetura colonial

O centro histórico de Bogotá também merece ser explorado.
Embora não seja tão rico quanto o de Quito (Equador), conserva belos prédios e praças amplas.
É possível caminhar tranquilamente, pois as calçadas são largas e há várias lojas de artesanato com ótimas opções.

Visitamos a Praça Bolívar, onde ficam a Catedral de Bogotá, o Congresso Nacional e, a alguns metros, o Palácio do Governo, dentre outros importantes edifícios.
Ali perto estão também o Centro Cultural Gabriel García Márquez, o Museu do Ouro e o Museu Botero — temas da próxima postagem.

Outro ponto imperdível é o Santuário do Carmo. Estava fechado no dia em que fomos, mas sua fachada é belíssima.

Também visitamos a Igreja de São Francisco, a mais antiga da cidade, fundada no século XVI.
O altar, todo talhado em ouro, estava coberto por um pano — talvez por causa dos festejos de São Francisco, celebrado em 4 de outubro.


Reencontro com a “Rainha Blanca”

Uma das motivações da nossa viagem foi reencontrar nossa amiga Blanca (não a do aeroporto!).
A chamamos carinhosamente de Reina Blanca — a “Rainha Blanca”.

Wagner e eu a conhecemos durante uma viagem ao México, em 2014, quando ela viajava com o filho mais novo, Sergio, que atualmente mora na Austrália.

Desde que decidimos visitar a Colômbia, entramos em contato com ela, que vive em Bogotá.
Eu não a via desde aquela viagem, e o reencontro foi emocionante e muito festejado.


Candelaria: charme, cores e cultura

Blanca e sua filha Jenny passaram no hotel e fomos a pé até o bairro Candelaria, um dos lugares mais charmosos de Bogotá.
O bairro é conhecido por sua vida noturna vibrante, bares e cafés aconchegantes e muros coloridos cobertos de arte urbana.

Segundo Blanca, foi ali que nasceu a cidade, em agosto de 1538.
As casas ainda preservam o estilo colonial, e tanto a fonte quanto a Igreja da Candelaria dão nome ao bairro.

À noite, o local é uma explosão de luzes e cores, com ruas de pedra e pedestres circulando por todos os lados.
Para nós, foi a parte mais bela da capital colombiana, ainda mais especial pela companhia de Blanca e Jenny — e pelo carinho com que nos acolheram em nossas andanças.


Até a próxima parada

Finalizo aqui esta postagem, prometendo que, na próxima, vou me aprofundar sobre a visita aos museus de Bogotá e contar um pouco sobre sua gastronomia.

Até mais!


No letreiro de Bogotá

Crianças locais participam da foto

Na praça Bolívar, à frente da Catedral Metropolitana

Wagner, Regina e Simone na praça Bolívar

Simon e eu

Simone e Wagner pousam com "artistas" locais


Grupo musical em praça próxima ao nosso hotel

Cerro de Monterrate






Funicular


Filas gigantescas


Com o guarda-chuva colombiano, Pelé e Garcia Márquez


Igreja de São Francisco


Interior da Catedral Metropolitana


Fachada da catedral

Arredores da praça Bolívar







Santuário do Carmo


Candelária



Com Wagner, Jenny, Blanca, Simone e Regina



Bebendo a chichia, bebida típica compartilhada


Blanca, nossa querida amiga



Em uma enfeitada rua de Candelária

Igreja da Candelária



Fachada do Hotel Museo San Mortiz

Obras de arte encontradas no hotel





Sudeste Asiático Parte VII: Chiang Mai e Santuário dos Elefantes na Tailândia

  No interior do "templo dos homens", em Chiang Mai Textos em português, inglês e espanhol No final dos textos, confira as fotos d...