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quarta-feira, 10 de junho de 2026

Sudeste Asiático Parte VII: Chiang Mai e Santuário dos Elefantes na Tailândia

 

No interior do "templo dos homens", em Chiang Mai

Textos em português, inglês e espanhol
No final dos textos, confira as fotos da viagem
Clique nas fotos para ampliá-las


Depois de uma passagem pelo Vietnã e pelo Camboja, iniciamos a terceira fase de nossa viagem pelo Sudeste Asiático, agora visitando a Tailândia. Chegamos ao país no dia 12 de abril de 2026.

Aportamos em Chiang Mai, uma importante cidade do norte do país, situada a 800 km da capital, Bangkok. Trata-se da segunda maior aglomeração urbana da Tailândia, com cerca de 1,2 milhão de habitantes. Fundada em 1294, a “Rosa do Norte” conserva vários templos em sua área central, inclusive o Chedi Luang, do século XIV.

Quando chegamos à cidade, o país celebrava o Ano-Novo tailandês (Songkran), cuja festividade foi realizada entre os dias 13 e 15 de abril. A Tailândia entrou no ano de 2569, de acordo com o calendário chinês. A população comemorava com festas, procissões e cerimônias.

A manifestação mais inusitada era a guerra de água travada nas ruas, com pessoas de todas as idades portando armas de plástico que jorravam água. Quem passasse pela mira recebia um banho dos pés à cabeça. Lembra um pouco o Carnaval, mas com o espírito de crianças sapecas aprontando com seus amigos.

Até mesmo nós, os visitantes, éramos alvo das brincadeiras. E salve-se quem puder. Só fiquei um pouco alarmado quando notei que alguns retiravam água do rio local para abastecer suas metralhadoras aquáticas. Pelo menos as águas dali não eram tão poluídas quanto as do pobre Arrudas, em Belo Horizonte, onde vivo.

Aos domingos à noite, realiza-se uma feira na área central da cidade, nos arredores dos principais templos. Ela reúne roupas, artesanato, comidas típicas e diversos tipos de mercadorias. Os preços são muito convidativos. Muitos turistas passam por ali, além da população local.

Como acontecia o Songkran, as ruas estavam mais enfeitadas do que o habitual, com muita cor, luz e bandeirinhas. Os templos são deslumbrantes e, com a iluminação noturna, ficavam ainda mais atraentes. Um verdadeiro festival para todos os sentidos.

Santuário dos Elefantes

De Chiang Mai fomos para um santuário de elefantes. Aliás, um entre vários existentes nas cercanias da cidade. No nosso caso, visitamos o Elephant Jungle Sanctuary, localizado em uma região de florestas e montanhas, a aproximadamente uma hora e meia de carro da cidade. Lá vivem elefantes tailandeses, que são menores do que os africanos.

Durante a visita, os participantes são convidados a alimentar os animais, brincar com eles, assistir ao banho de lama e até participar dele, além de observar seu comportamento. Em determinado momento, utilizamos as tradicionais vestimentas Karen, confeccionadas com técnicas de tecelagem típicas da região. Guias acompanham o percurso, facilitam os deslocamentos e garantem a segurança dos visitantes.

Encerramos aqui esta postagem. Na próxima, visitaremos Chiang Rai e conheceremos alguns dos templos mais belos do país.

 English Version

After traveling through Vietnam and Cambodia, we began the third stage of our journey through Southeast Asia, this time visiting Thailand. We arrived in the country on April 12, 2026.

We landed in Chiang Mai, an important city in northern Thailand, located about 800 kilometers from the capital, Bangkok. It is the country's second-largest urban area, with approximately 1.2 million inhabitants. Founded in 1296, the “Rose of the North” preserves several temples in its historic center, including the 14th-century Chedi Luang.

When we arrived in the city, the country was celebrating the Thai New Year (Songkran), a festival held from April 13 to 15. Thailand had entered the year 2569 according to the Buddhist calendar. The population celebrated with festivals, processions, and religious ceremonies.

The most unusual tradition was the water battles that took place in the streets, with people of all ages carrying plastic water guns. Anyone who crossed their line of sight would receive a soaking from head to toe. It is somewhat reminiscent of Carnival, but with the playful spirit of mischievous children having fun with their friends.

Even we, the visitors, became targets of the festivities. Every person for themselves! I became slightly concerned when I noticed that some participants were drawing water directly from the local river to refill their water guns. At least the river there was not as polluted as the poor Arrudas River in Belo Horizonte, where I live.

On Sunday evenings, a market takes place in the city center, around the main temples. It brings together clothing, handicrafts, local foods, and a wide variety of goods. Prices are very attractive. In addition to local residents, many tourists also visit the market.

Because Songkran was taking place, the streets were more decorated than usual, filled with colors, lights, and festive flags. The temples are breathtaking and become even more attractive when illuminated at night. A true feast for all the senses.

Elephant Sanctuary

From Chiang Mai, we traveled to an elephant sanctuary. In fact, just one among several located in the surrounding area. In our case, we visited the Elephant Jungle Sanctuary, situated in a mountainous and forested region about an hour and a half from the city by car. It is home to Thai elephants, which are smaller than their African counterparts.

During the visit, participants are invited to feed the animals, interact with them, watch their mud bath, and even take part in it, while observing their behavior. At one point, we wore traditional Karen clothing, made using weaving techniques typical of the region. Guides accompany visitors throughout the experience, facilitating movement and ensuring everyone's safety.

This concludes our post. In the next one, we will visit Chiang Rai and discover some of the most beautiful temples in the country.

 

Versión en Español

Después de nuestro paso por Vietnam y Camboya, iniciamos la tercera etapa de nuestro viaje por el Sudeste Asiático, esta vez visitando Tailandia. Llegamos al país el 12 de abril de 2026.

Arribamos a Chiang Mai, una importante ciudad del norte de Tailandia, ubicada a unos 800 kilómetros de la capital, Bangkok. Se trata de la segunda mayor aglomeración urbana del país, con aproximadamente 1,2 millones de habitantes. Fundada en 1296, la “Rosa del Norte” conserva varios templos en su centro histórico, entre ellos el Chedi Luang, del siglo XIV.

Cuando llegamos a la ciudad, el país celebraba el Año Nuevo tailandés (Songkran), una festividad que se lleva a cabo del 13 al 15 de abril. Tailandia había entrado en el año 2569 según el calendario budista. La población festejaba con celebraciones, procesiones y ceremonias religiosas.

La tradición más llamativa era la guerra de agua que se desarrollaba en las calles, con personas de todas las edades portando pistolas de plástico que lanzaban agua. Quien pasara por delante terminaba empapado de pies a cabeza. Recuerda un poco al Carnaval, pero con el espíritu travieso de niños que se divierten haciendo bromas a sus amigos.

Incluso nosotros, los visitantes, nos convertimos en blancos de las bromas. ¡Sálvese quien pueda! Me preocupó un poco ver que algunas personas sacaban agua directamente del río local para recargar sus pistolas de agua. Al menos las aguas de ese río no estaban tan contaminadas como las del pobre río Arrudas, en Belo Horizonte, donde vivo.

Los domingos por la noche se realiza un mercado en la zona céntrica de la ciudad, alrededor de los principales templos. Allí se reúnen vendedores de ropa, artesanías, comidas típicas y una gran variedad de productos. Los precios son muy atractivos. Además de la población local, muchos turistas visitan el lugar.

Como se celebraba el Songkran, las calles estaban más adornadas de lo habitual, llenas de colores, luces y banderines. Los templos son deslumbrantes y, con la iluminación nocturna, resultan aún más atractivos. Un verdadero festival para todos los sentidos.

Santuario de Elefantes

Desde Chiang Mai nos dirigimos a un santuario de elefantes. En realidad, a uno de los varios que existen en los alrededores de la ciudad. En nuestro caso, visitamos el Elephant Jungle Sanctuary, ubicado en una región de bosques y montañas a aproximadamente una hora y media en automóvil. Allí viven elefantes tailandeses, que son más pequeños que los africanos.

Durante la visita, los participantes son invitados a alimentar a los animales, interactuar con ellos, observar su baño de barro e incluso participar en él, además de conocer mejor su comportamiento. En determinado momento utilizamos las vestimentas tradicionales Karen, confeccionadas mediante técnicas de tejido características de la región. Los guías acompañan todo el recorrido, facilitan los desplazamientos y garantizan la seguridad de los visitantes.

Con esto concluimos esta publicación. En la próxima visitaremos Chiang Rai y conoceremos algunos de los templos más hermosos del país.

Fotos

Chiang Mai

Cerimônia do Songkran




Templo na área central da cidade

Interior do templo


Enfeites da festa







Wagner e um dos templos da Cidade Antiga





Chedi Luang, o mais antigo templo de Chiang Mai

Interior do "templo dos homens": capela sistina budista

Templo dos Homens

Enfeito do Songkran

No interior de um dos templos

Songkran

Fotos retiradas das redes sociais

Jovens brincam de jogar água uns nos outros

Ritual evoca a limpeza para lavar o ano velho que se vai


Festa do Songkran em frente a shopping local (foto de Thelmo Lins)


Santuário dos Elefantes

Típico elefante tailandêns


Wagner alimenta elefante com traje karen


Santuário fica nas montanhas do norte da Tailândia





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